10 de novembro de 2013

Fallen -17° Capítulo

Postado por PopCorns Do Bieber às domingo, novembro 10, 2013 0 comentários
                            

                           
                                              "Ás Vezes Vencer É Saber Esperar."


                                         Um Mergulho Fundo Demais -Parte 1

Quando Luce atendeu à batida em sua porta na manhã de sábado, Penn caiu em seus braços.
— Era de se esperar que eu aprendesse algum dia que as portas abrem pra dentro — ela desculpou-se, ajeitando seus óculos. — Tenho que me lembrar de parar de me inclinar nos olhos mágicos. Belo local, a propósito — ela acrescentou, olhando ao redor. Ela cruzou até a janela sobre a cama de Luce. — Não é uma má vista, fora as barras e tudo.
Luce ficou de pé atrás dela, olhando para o cemitério e, a plena vista, o carvalho vivo onde ela fizera o piquenique com Cam. E, invisível daqui, mas claro em sua cabeça, o lugar onde ela ficara esmagada sob a estátua com Justin. O anjo vingador que tinha desaparecido misteriosamente após o acidente.
Lembrando-se dos olhos preocupados de Justin quando ele tinha sussurrado seu nome naquele dia, o toque próximo de seus narizes, o jeito como ela tinha sentido as pontas dos dedos dele em seu pescoço – tudo isso a fazia se sentir quente. E patética.
Ela suspirou e se afastou da janela, percebendo que Penn tinha se movido também. Ela estava pegando coisas da mesa de Luce, dando a cada uma das posses de Luce um exame detalhe cuidadoso. O peso de papel da Estátua da Liberdade que seu pai tinha trazido de uma conferência na Universidade de Nova York, a foto de sua mãe com um permanente hilário de tão ruim quando ela tinha aproximadamente a idade de Luce, o CD de Lucinda Williams que Callie tinha lhe dado como presente de partida antes mesmo que Luce tivesse ouvido o nome Sword & Cross.
— Onde estão os seus livros? — ela perguntou a Penn, querendo desviar de uma viagem pela rua das lembranças. — Você disse que estava vindo estudar.
Nessa hora, Penn tinha começado a remexer em seu guarda-roupa. Luce observou enquanto ela rapidamente perdia interesse nas variações do estilo de camisetas e suéteres pretos do código de vestimenta. Quando Penn se moveu na direção das gavetas de sua penteadeira, Luce deu um passo para frente para interceptar.
— Está bem, isso é o bastante, bisbilhoteira. Não tem uma pesquisa que devíamos estar fazendo sobre as árvores genealógicas?
— Falando em bisbilhotar — os olhos de Penn cintilaram. — Sim, há uma pesquisa que deveríamos estar fazendo. Mas não a que você está pensando.
Luce encarou-a inexpressivamente.
— Hein?
— Olha — Penn colocou sua mão no ombro de Luce. — Se você realmente quiser saber sobre Justin Bieber...
— Shhh! — Luce sibilou, pulando para fechar sua porta.
Ela enfiou sua cabeça no corredor e escaneou a cena. A barra parecia limpa – mas isso não significava nada. As pessoas nessa escola tinham uma maneira suspeita de aparecer do nada. Cam em particular. E Luce morreria se ele – ou qualquer um – descobrisse o quanto ela estava enamorada pelo Justin. Ou, a essa altura, qualquer um, exceto a Penn.
Satisfeita, Luce fechou e trancou a porta e se virou para sua amiga. Penn estava sentada de pernas cruzadas na beira da cama de Luce. Ela parecia divertida.
Luce prendeu suas mãos atrás de suas costas e afundou seus dedos no tapete vermelho circular perto de sua porta.
— O que te faz achar que eu quero saber algo sobre ele?
— Me dá um tempo — Penn respondeu, rindo. — A, é totalmente óbvio que você encara o Justin Bieber o tempo todo.
— Shhh! — Luce disse novamente.
— B — Penn continuou, não abaixando sua voz — eu te observei persegui-lo online por uma aula inteira no outro dia. Me processa – mas você estava sendo totalmente descarada. E C, não fique toda paranoica. Você acha que eu fofoco com alguém nessa escola além de você?
Penn tinha mesmo razão.
— Só estou dizendo — ela continuou — assumindo que, hipoteticamente, você quisesse saber mais sobre uma certa pessoa sem nome, você podia concebivelmente procurar numa árvore mais frutífera — Penn deu de ombros. — Sabe, se você tivesse ajuda.
— Estou escutando — Luve falou, afundando na cama.
Sua pesquisa na internet no outro dia se resumira a digitar, então deletar, então digitar novamente o nome de Justin no campo de pesquisa.
— Esperava que você dissesse isso. Eu não trouxe livros comigo hoje porque eu vou te dar — ela arregalou seus olhos patetamente — uma excursão guiada no covil subterrâneo altamente fora dos limites do escritório de registros da Sword & Cross!
Luce fez careta.
— Eu não sei. Espiar os arquivos do Justin? Não sei preciso de outra razão para me sentir como uma perseguidora louca.
— Haha. E sim, você acabou de dizer isso em voz alta. Vamos, Luce. Será divertido. Além do mais, o que mais você vai fazer numa manhã perfeitamente ensolarada de sábado?
Era um belo dia – precisamente o tipo de belo que fazia você se sentir solitária se não tivesse nada divertido planejado ao ar livre. No meio da noite, Luce sentira um vento frio pela sua janela aberta, e quando ela acordara essa manhã, o calor e a umidade não tinham desaparecido.
Ela costumava passar esses preciosos dias do começo do outono andando na trilha de bicicleta da vizinhança com seus amigos. Isso fora antes de ela começar a evitar a trilha da floresta por causa das sombras que nenhuma das outras garotas via. Antes que seus amigos a fizessem se sentar durante o recesso e disseram que seus pais não queriam mais que eles a convidassem para ir em suas casas, no caso dela ter um incidente.
A verdade era que Luce tinha ficado um pouco em pânico sobre como passaria esse primeiro final de semana na Sword & Cross. Nada de aulas, nada de exames físicos aterrorizantes, nada de eventos sociais na lista. Somente quarenta e oito horas intermináveis de tempo livre. Uma eternidade. Ela tinha tido uma sensação enjoada de saudades de casa a manhã toda – até Penn aparecer.
— Está bem — Luce tentou não rir quando disse — me leve ao seu covil secreto.
Penn praticamente saltitava enquanto levava Luce pela grama esmagada da área comum até o salão principal perto da entrada da escola.
— Você não sabe quanto tempo eu esperei em trazer um parceiro no crime aqui embaixo comigo.
Luce sorriu, feliz que Penn estava mais focada em ter uma amiga com quem explorar do que estava em, bem, essa... coisa que Luce tinha por Justin.
No fim da área comum, eles passaram por alguns garotos descansando nas arquibancadas no claro sol de tarde da manhã. Era estranho ver cor no campus, naqueles estudantes que Luce identificava tanto com a cor preta. Mas lá estava Roland com um short de futebol verde-limão, driblando uma bola entre seus pés. E Gabbe com sua blusa roxa abotoada. Jules e Phillip – o casal das línguas furadas – estavam desenhando nos joelhos dos jeans desbotados um do outro. Todd Hammond sentava-se distante do resto dos garotos nas arquibancadas, lendo uma história em quadrinhos com uma camiseta de camuflagem. Até mesmo a regata e o short cinza de Luce pareciam mais vibrantes do que qualquer coisa que ela tinha usado a semana toda.
A Treinadora Diante e a Albatroz estavam cuidando do gramado e tinham colocado duas cadeiras de jardim de plástico e um guarda-sol desconjuntado no fim da área comum. Tirando a parte quando apagavam seus cigarros na grama, elas podiam estar dormindo por trás de seus óculos de sol escuros. Elas pareciam absolutamente entediadas, tão aprisionadas por seus trabalhos quanto os acusados que estavam monitorando.
Havia muitas pessoas na área comum, mas enquanto ela seguia perto de Penn, ela ficou feliz de ver que não havia ninguém perto do salão principal. Ninguém tinha dito nada para Luce sobre passar dos limites de áreas restritas, ou mesmo quais áreas eram restritas, mas ela tinha certeza que Randy encontraria uma punição apropriada.
— E quanto aos vermelhos? — Luce perguntou, se lembrando das câmeras onipresentes.
— Eu simplesmente coloquei umas baterias descarregadas em algumas dela no caminho até seu quarto — Penn respondeu, no mesmo tom de voz indiferente que outra pessoa usaria para dizer “Eu acabei de encher o carro com gasolina.”
Penn deu um olhar perscrutador ao redor antes de dirigir Luce para a entrada traseira do prédio principal e por três degraus íngremes para baixo para uma porta de cor azeitonada não visível do nível do solo.
— Esse porão é da época da Guerra da Secessão também? — Luce perguntou.
Parecia uma entrada para o tipo de lugar onde você dava para esconder alguns prisioneiros de guerra. Penn deu uma cheirada longa e dramática no ar úmido.
— A ponta de mal cheiro responde a sua pergunta? Isso aqui é um mofo anterior à guerra. — Ela sorriu sarcasticamente para Luce. — A maioria dos estudantes se ajoelharia pela chance de inalar um ar tão célebre.
Luce tentou não respirar pelo nariz enquanto Penn pegava um amontoado de chaves seguradas por uma passadeira gigante digno de loja de ferragens.
— Minha vida seria tão mais fácil se eles fizessem uma chave mestra para esse lugar — ela comentou, procurando no sortimento e finalmente puxando uma fina chave de prata.
Quando a chave virou na fechadura, Luce sentiu um tremor inesperado de animação. Penn estava certa – isso era muito melhor do que mapear nossa árvore genealógica.
Elas andaram uma pequena distância num corredor quente e úmido cujo teto era apenas alguns centímetros mais alto que suas cabeças. O ar cheirava como se algo tivesse morrido ali, e Luce ficou quase feliz pelo cômodo ser escuro demais para ver claramente o chão. Bem quando ela estava começando a se sentir claustrofóbica, Penn pegou outra chave que abria uma porta pequena, mas muito mais moderna. Elas mergulharam nela, então foram capazes de ficar de pé no outro lado.
Dentro, o escritório de registros fedia a mofo, mas o ar parecia muito mais frio e seco. Estava negro como breu, exceto pelo brilho vermelho fraco do sinal de SAÍDA sobre suas cabeças.
Luce conseguia distinguir a silhueta robusta de Penn, suas mãos tateando o ar.
— Onde está aquela corda? — ela resmungou. — Aqui.
Com um empurrão gentil, Penn ligou uma lâmpada incandescente descoberta, pendurada no teto por uma corrente de elos de metal. O cômodo ainda estava turvo, mas agora Luce conseguia ver que as paredes de cimento também estavam pintadas de verde oliva e alinhadas com pesadas prateleiras de metal e fichários. Dúzias de caixas de papelão tinham sido entulhadas nas prateleiras, e as fileiras entre os fichários parecia se esticar para sempre. Tudo estava coberto por um feltro espesso de poeira. A luz do sol do lado de fora repentinamente parecia muito distante.
Mesmo Luce sabendo que eles estavam apenas a uma escadaria do chão, podia muito bem ser a um quilômetro. Ela roçou seus braços nus. Se fosse uma sombra, esse porão era exatamente onde ela estaria. Não havia sinais delas ainda, mas Luce sabia que isso não era uma razão boa o bastante para se sentir segura.
Penn, inabalada pela melancolia do porão, arrastou uma banqueta com degrau do canto.
— Uau — ela disse, puxando-o atrás de si enquanto andava. — Algo está diferente. Os registros costumavam ficar bem aqui... Eu acho que eles fizeram uma limpezinha geral desde a última vez que eu me intrometi aqui.
— Há quanto tempo foi isso? — Luce perguntou.
— Cerca de uma semana...
A voz de Penn diminuiu enquanto ela desaparecia na escuridão atrás de um fichário alto.
Luce não conseguia imaginar para que a Sword & Cross poderia precisar de todas essas caixas. Ela levantou uma tampa e puxou um arquivo espesso etiquetado MEDIDAS CORRETIVAS. Ela engoliu secamente. Talvez fosse melhor que ela não soubesse.
— Está em ordem alfabética por estudante — Penn explicou. Sua voz soava abafada e distante. — E, F, G... aqui estamos nós, Bieber.
Luce seguiu o som de papelada farfalhando por uma fileira estreita e logo encontrou Penn com uma caixa apoiada em seus braços, lutando sob seu peso. O arquivo de Justin estava enfiado sob seu queixo.
— É tão fino — ela disse, levantando seu queixo ligeiramente para que Luce pudesse pegá-lo. — Normalmente, há muito mais, hum...
Ela olhou para cima para Luce e mordeu seu lábio.
— Está bem, agora eu soo como uma perseguidora maluca. Vamos simplesmente ver o que tem dentro.
Havia apenas uma única página no arquivo de Justin. Uma cópia em preto e branco do que deveria ter sido sua foto da carteirinha de estudante estava colada no alto do canto direito. Ele estava olhando diretamente para a câmera, para Luce, um sorriso desbotado em seus lábios. Ela não conseguiu evitar sorrir de volta. Ele parecia exatamente o mesmo que naquela noite quando... bem, ela não conseguia pensar exatamente quando. A imagem de sua expressão estava tão penetrante em sua mente, mas ela não conseguia reconhecer onde ela a havia visto.
— Deus, ele não parece exatamente o mesmo? — Penn interrompeu os pensamentos de Luce. — E olhe a data. Essa foto foi tirada há três anos quando ele veio para Sword & Cross.
Devia ser isso que Luce estivera pensando... que Justin parecia o mesmo de agora. Mas ela sentira que estivera pensando – ou prestes a pensar – em algo diferente, só que agora ela não conseguia se lembrar o que era.
— Pais: desconhecidos — Penn leu, com Luce inclinando-se sobre seu ombro. — Guardião: Orfanato do Condado de Los Angeles.
— Orfanato? — Luce perguntou, pressionando sua mão em seu coração.
— É só isso que tem. Todo o resto listado aqui é o seu...
— Histórico criminal — Luce terminou, lendo adiante. — Vagabundear em um banco público... vandalismo com um carrinho de compras... andar fora da faixa.
Penn alargou seus olhos para Luce e engoliu uma risada.
— Loverboy Grigori foi preso por andar fora da faixa? Admita, isso é engraçado.
Luce não gostava de imaginar Justin sendo preso por nada. Ela gostava ainda menos que, de acordo com a Sword & Cross, a vida inteira dele somava um pouco mais do que uma lista de contravenções. Todas essas caixas de papelada aqui embaixo, e isso era tudo que tinha sobre o Justin.
— Tem que ter mais.
Passos acima. Os olhos de Luce e Penn foram para o teto.
— O escritório principal — Penn sussurrou, puxando um lenço de papel de dentro de sua manga para assoar seu nariz. — Pode ser qualquer um. Mas ninguém irá descer aqui, confie em mim.
Um segundo mais tarde, uma porta bem nos fundos dentro do cômodo abriu rangendo, e uma luz de um corredor iluminou a escadaria. Um som de sapatos começou a descer.
Luce sentiu o aperto de Penn nas costas de sua camiseta, puxando-a contra a parede atrás de um estante de livros. Elas esperaram, segurando suas respirações e apertando o arquivo de Justin pego ilegalmente em suas mãos. Elas foram tão, tão pegas no flagra.
Luce estava com seus olhos fechados, esperando o pior, quando um cantarolar assombroso e melódico encheu o cômodo. Alguém estava cantando.
— Doooo da da da dooo — uma voz feminina sussurrava suavemente.
Luce suspendeu seu pescoço entre duas caixas de arquivos e conseguiu ver uma mulher magra mais velha com uma pequena lanterna presa em sua testa como um minerador. Senhorita Sophia. Ela carregava duas caixas largas, uma empilhada em cima da outra, assim a única parte dela que estava visível era sua testa brilhante. Seus passos aéreos faziam parecer como se as caixas estivessem cheias de penas ao invés de arquivos pesados.
Penn agarrou a mão de Luce enquanto elas observavam a Senhorita Sophia colocar as caixas de arquivos numa prateleira vazia. Ela tirou uma caneta para escrever algo em seu caderno.
— Só mais algumas — ela disse, então algo baixinho que Luce não conseguiu ouvir.
Um segundo mais tarde, a Senhorita Sophia deslizava de volta pela escada, indo embora tão rapidamente quanto tinha aparecido. Seu cantarolar permaneceu por apenas um instante em seu rastro.
Quando a porta fechou, Penn soltou um trago enorme de ar.
— Ela disse que tinham mais. Ela provavelmente vai voltar.
— O que fazemos? — Luce perguntou.
— Você escapa pela escada — Penn respondeu, apontando. — Vira a esquerda no alto e estará bem no escritório principal. Se alguém te ver, você pode dizer que estava procurando um banheiro.
— E quanto a você?
— Eu guardarei o arquivo do Justin e te encontrarei na arquibancada. A Senhorita Sophia não ficará desconfiada se ver apenas eu. Eu fico tanto aqui embaixo que é como um segundo dormitório.
Luce espiou o arquivo de Justin com uma pontadinha de arrependimento. Ela ainda não estava pronta para ir embora. Bem na hora que ela tinha se resignado a checar o arquivo de Justin, ela também começou a pensar no do Cam. Justin era tão oculto – e infelizmente, seu arquivo também. Cam, por outro lado, parecia tão aberto e fácil de ler que a deixava curiosa. Luce se perguntou o que mais ela seria capaz de descobrir sobre ele que ele não dividiria de outra forma.
Mas uma olhada no rosto de Penn a disse que elas já estavam com tempo curto demais.
— Se houver mais para acharmos sobre o Justin, acharemos — Penn a assegurou. — Vamos continuar procurando. — Ela deu um pequeno empurrão em Luce na direção da porta. — Agora, vá.
Luce se movia rapidamente pelo grosseiro corredor, então abriu uma porta até a escada. O ar na base da escada ainda estava úmido, mas ela conseguia senti-lo clarear um pouco com cada passo que dava. Quando finalmente curvou a esquina no alto da escada, teve que piscar e esfregar seus olhos para se reajustar à brilhante luz do sol inundando o corredor. Ela tropeçou na esquina e pelas portas pintadas de branco até o salão principal. Lá ela congelou.
Duas botas pretas de salto agulha, cruzadas nos tornozelos, estavam apoiadas em cima e para fora de uma cabine telefônica, parecendo muito a Bruxa Má do Sul. Luce se apressava na direção da porta dianteira, esperando não ser avistada, quando ela percebeu que as botas de salto agulha estavam presas a uma legging de pele de cobra, que estava presa a uma Molly não-sorridente. A pequenina câmera de prata descansava em sua mão. Ela levantou seus olhos para Luce, desligou o telefone em seu ouvido, e ficou de pé no chão.
— Por que você parece tão culpada, Bolo de Carne? — ela perguntou, ficando de pé com suas mãos em seus quadris. — Deixe-me adivinhar. Você ainda está planejando ignorar a minha sugestão de ficar longe do Justin.
Todo o negócio de monstro malvado tinha que ser uma atuação. Não tinha jeito da Molly saber onde Luce acabara de estar. Ela não sabia nada sobre a Luce. Ela não tinha razão para ser tão má. Desde o primeiro dia de escola, Luce nunca fizera nada para Molly – exceto tentar ficar longe dela.
— Você está se esquecendo que desastre infernal foi da última vez que você tentou se forçar sobre um cara que não estava interessado? — A voz de Molly estava tão afiada quanto uma faca. — Qual é mesmo o nome dele? Taylor? Truman?
Trevor. Como é que a Molly podia saber sobre o Trevor? Era isso, seu segredo mais profundo e sombrio. A única coisa que Luce queria – precisava – manter em segredo na Sword & Cross. Agora, não só o Mal Encarnado sabia sobre tudo isso, como ela não sentia vergonha alguma em mencionar isso, cruel, arrogantemente – no meio do escritório principal da escola.
Era possível que Penn mentira, que Luce não era a única pessoa com quem ela dividia seus secretos de escritório? Havia alguma outra explicação lógica? Luce prendeu seus braços sobre seu peito, sentindo-se enojada e exposta... e inexplicavelmente culpada como se sentira na noite do incêndio.
Molly inclinou sua cabeça.
— Finalmente — ela disse, soando aliviada. — Algo te atingiu.
Ela virou suas costas para Luce e empurrou a porta dianteira. Então, logo antes dela vaguear para fora, ela torceu seu pescoço e olhou para Luce.
— Então não faça com o querido Justin o que você fez com o qual-o-nome-dele. Capiche?
Luce começou a ir atrás dela, mas só deu alguns passos para fora da porta antes de perceber que provavelmente explodiria se tentasse confrontar Molly agora. A garota era simplesmente cruel demais. Então, esfregando sal na ferida de Luce, Gabbe trotou da arquibancada para encontrar Molly no meio do campo. Elas estavam longe o bastante que Luce não conseguia distinguir suas expressões quando ambas se viraram para olhar para ela. A cabeça da loira com rabo-de-cavalo levantou-se na direção da com corte de fadinha e preto – a conversa a dois mais odiosa que Luce já tinha visto.
Ela curvou seus punhos suados juntos, imaginando Molly despejando tudo que sabia sobre Trevor para Gabbe, que imediatamente correria para transmitir as noticias para o Justin. Pensando isso, uma dor enjoativa se espalhou dos dedos da Luce, pelos seus braços, e em seu peito. Justin podia ter sido pego andando fora da faixa, mas e daí? Era nada comparado pelo que Luce estava aqui.
— Cuidado com a cabeça! — uma voz chamou.

Cap.8 Looking For True Love

Postado por PopCorns Do Bieber às domingo, novembro 10, 2013 0 comentários
"Por mais longa que seja a caminhada, o mais importante é dar o primeiro passo"

Luce: O que ele ta fazendo aqui?....-Vi Cam acenando pra mim. Abri a janela e coloquei minha cabeça pra fora.- O que você ta fazendo aqui?
Cam: Vim conversar com você gatinha.
Luce: Eu não tenho nada pra conversar com você!Aliás como você sabe que eu moro aqui?
Cam: Tenho as minhas fontes.
Luce: Vai embora eu não quero conversar com você.
Cam: Mais eu quero!
Luce: Eu vou chamar o Justin!
Cam: NÃO! o Justin não, esse assunto é entre eu e você.
Luce: Como assim eu e você? Eu nem te conheço direito. Vai embora Cam.
Cam: Me dá um chance! Conversa comigo. Se você não descer eu vou ficar te atormentando pelo resto do dia.
Luce: Ai que saco!- Fechei a janela com força e desci as escada pisando firme, sai e tranquei a casa.- Fala logo o que você quer.
Cam: Eu não sei como falar isso, mais eu acho que eu to gostando de você.
Luce: O QUE?VOCÊ TÁ LOUCO? COMO ASSIM?
Cam: Eu também não sei com explicar, a gente nem se fala direito mais eu gosto de você. Todos os dias fico ansioso pra te ver na escola.
Luce: Olha aqui, eu não te conheço não falo com você e nunca te vi na vida. Eu to com o Justin!
Cam: Justin, o Justin é um idiota! Ele já te contou sobre o "Passadinho" dele? Não né por que será que ele faz isso com todas?
Luce: Que passado? Espera você ta mentindo. O Justin falou que você vive mentindo sobre ele.
Cam: Pergunta pra ele sobre o passado. Vai perguntar. Vamos ouvir a historinha dele.-Ele saiu irritado pisando fundo.

Passado do Justin? Como assim? Eu não sei o que ta acontecendo, o passado dele é tão ruim assim? Veio várias e várias perguntas na minha cabeça balancei a mesma tentando me desviar daquelas perguntas e seguindo pra casa da Cait.


Luce: Caitlin!- Gritei do lado de fora da casa, e Chris saiu na janela.

Chris: Ela saiu mais se quiser entrar.
Luce: Não precisa Chris obrigado.- Falei andando de volta pra casa, até um carro parar ao meu lado.
XxXxXx: Quer dá um volta?
Luce: Não!- Falei me virando pro cara e percebendo que era Justin.- Justin?
Justin: Pensou que era quem o papa?
Luce: Não. Idiota- Falei entrando dentro do carro e dando um selinho nele.
Justin: Quer ir a algum lugar?
Luce: Pra minha casa.-Falei rápido.
Justin: Aconteceu alguma coisa? Ta estranha.
Luce: Aconteceu nada. Fica lá em casa comigo minha mãe vai trabalhar o dia todo hoje.-Falei fugindo do assunto que eu não contaria pra ele sobre "Cam"
Justin: Ta bom.- Ele se direcionou a estrada e em menos de 3 minutos chegamos. Abri a porta e entramos.
Luce: Sinta se em casa.
Justin: Ok. Mais você que fazer o que?
Luce: Pode ser maratona de filmes?
Justin: Boa. 
Luce: Eu faço a pipoca e você escolhe os filmes. Tá ali naquela gaveta.-Falei apontando pra estante.

Fui pra cozinha preparar a pipoca e me distrair por um momento. Como Cam gosta de mim? Assim do nada? E se Justin descobrisse será que ele ia ficar com raiva por eu não ter falado pra ele? Ai meu deus tantas perguntas e nada de respostas, acordei pra vida e coloquei as pipocas no micro-ondas e fui preparar o suco ou refrigerante ? Fui ate a sala e vi Justin escolhendo os filmes.


Luce: Refrigerante ou suco?
Justin: Suco é melhor.
Luce: Que sabor?
Justin: Tanto faz.
Luce: Ok

Voltei pra cozinha e comecei a preparar o suco até escutar batidas na porta dos fundo da cozinha.Fui ate ela e abri. Dando de cara com Cam com um rosa na mão.

Cam: Luce, eu sei que fui grosso com você. Me desculpa.-Ele falou estendo a rosa pra mim.
Luce: Cam o just...
Justin: Luce? É... Cam?...

Contiinua....

Amores mil desculpas por ter demorado a publicar. Desculpa mesmo mais e ai o que vocês acharam da passagem do Justin pelo Brasil?? Comentem o Que acharam : )                       By: Ká





6 de novembro de 2013

Fallen -16° Capítulo

Postado por PopCorns Do Bieber às quarta-feira, novembro 06, 2013 1 comentários




"Nunca Faça Um sorriso Aparecer Dizendo: "Eu Te Amo, E No Final, Fazer Uma Lágrima Cair Dizendo: "Me Esqueça". "

                             
                                                       Esclarecendo 




— Você vai para onde agora? — Cam perguntou, abaixando seu óculos de plástico vermelho.

Ele apareceu do lado de fora da entrada de Augustine tão repentinamente que Luce quase trombou diretamente com ele. Ou talvez ele tenha estado ali por um tempo e ela simplesmente não tinha notado em sua pressa de chegar na aula. De qualquer jeito, seu coração começou a bater rapidamente e suas palmas começaram a suar.

— Hmm, aula? — Luce respondeu.

Por que, onde parecia que ela estava indo? Seus braços estavam cheios, com seus dois livros pesados de cálculo e sua tarefa de religião parcialmente completa. Essa seria uma boa hora para se desculpar por ir embora tão repentinamente ontem à noite. Mas ela não conseguia se forçar a fazer isso. Ela já estava tão atrasada. Não tivera água quente nos chuveiros do vestiário, então tivera que voltar para o dormitório. De algum modo, o que acontecera após a festa não parecia mais importante. Ela não queria chamar ainda mais atenção a sua saída – especialmente não agora, depois do Justin tê-la feito se sentir tão patética. Ela também não queria que Cam pensasse que ela estava sendo rude. Ela só queria evitá-lo e ficar sozinha, para que pudesse se desvencilhar da série de envergonhamentos dessa manhã.

Exceto que – quanto mais Cam olhava para ela, menos importante parecia ir embora. E menos o orgulho de Luce doía pela recusa de Justin. Como um olhar do Cam poderia fazer tudo isso?

Com sua pele clara e pálida e cabelo azeviche, Cam era diferente de qualquer cara que ela já conhecera. Ele exalava confiança, e não só porque ele conhecia todo mundo – e como conseguir tudo – antes que Luce tivesse ao menos descoberto onde suas aulas eram. Bem ali, parado do lado de fora do prédio da escola monótono e cinza, Cam parecia com uma fotografia artística em preto-e-branco, suas lentes vermelhas em tecnicolor.

— Aula, hein?

Cam bocejou dramaticamente. Ele estava bloqueando a entrada, e algo no jeito divertido que sua boca estava posicionada fez Luce querer saber que ideia louca ele tinha escondida. Havia uma sacola de tela pendurada em seu ombro, e um copo descartável de café expresso entre seus dedos.

Ele apertou stop em seu iPod, mas deixou os fones pendurados ao redor do seu pescoço. Parte dela queria saber que música ele estivera escutando, e onde ele tinha conseguido aquele café expresso do mercado negro. O sorriso brincalhão visível apenas em seus olhos verdes a desafiavam a perguntar.

Cam tomou um gole superficial do seu café. Levantando seu dedo indicador, ele disse:

— Permita-me compartilhar meu lema sobre as aulas da Sword & Cross: Antes nunca do que tarde.

Luce riu, e então Cam empurrou seus óculos de volta para o nariz. As lentes eram tão escuras, ela não conseguia ver nem um traço de seus olhos.

— Além do mais — ele sorriu, relampejando um arco branco de dente — é quase almoço, e eu tenho um piquenique.

Almoço? Luce não tinha tomado nem café-da-manhã ainda. Mas seu estômago estava rosnando – e a ideia de ser perfurada pelo Sr. Cole por perder todas as aulas da manhã exceto pelos últimos vinte minutos parecia menos e menos atraente quanto mais eu ficava perto do Cam.

Ela assentiu para a sacola que ele estava segurando.

— Você empacotou o bastante para dois?



***



Dirigindo Luce com uma mão ampla na parte debaixo de suas costas, Cam a guiou para as áreas comuns, passou pela biblioteca e o dormitório deplorável. Nos portões de metal para o cemitério, ele parou.

— Eu sei que esse é um lugar esquisito para um piquenique — ele explicou — mas é o melhor local que conheço para ficar fora de vista por um tempinho. No campus, de qualquer maneira. Às vezes eu simplesmente não consigo respirar lá.

Ele gesticulou na direção do prédio.

Luce conseguia definitivamente concordar com isso. Ela se sentia reprimida e exposta quase o tempo todo nesse lugar. Mas Cam parecia a última pessoa que iria partilhar daquela síndrome de aluno novo. Ele era tão... controlado. Depois daquela festa ontem à noite, e agora o café expresso proibido em sua mão, ela nunca adivinharia que ele se sentia sufocado também. Ou que ele a escolheria para compartilhar essa sensação.

Por trás da cabeça dele, ela conseguia ver o resto do campus precário. Daqui, não havia muita diferença entre um lado dos portões do cemitério e o outro.

Luce decidiu ir na onda.

— Só prometa me salvar se alguma estátua cair.

— Não — Cam disse com uma seriedade que apagou efetivamente sua piada. — Isso não acontecerá novamente.

Os olhos dela caíram no local onde, apenas alguns dias antes, ela e Justin tinham chegado perto deles próprios terminarem no cemitério. Mas o anjo de mármore que tinha caído sobre eles tinha desaparecido, seu pedestal vazio.

— Vamos — Cam falou, arrastando-a junto com ele.

Eles evitaram retalhos abandonados de ervas daninhas, e Cam ficava se virando para ajudá-la a passar por montes de terra desenterrados por sabe Deus quem.

Numa hora, Luce quase perdeu seu equilíbrio e se agarrou a uma das lápides para se firmar. Era uma laje ampla e polida com um lado áspero e inacabado.

— Eu sempre gostei dessa — Cam comentou, gesticulando para a lápide rosada sob seus dedos.

Luce cruzou até a frente do terreno para ler a inscrição.

— Joseph Miley — ela leu em voz alta — 1821 a 1865. Serviu bravamente na Guerra da Agressão do Norte. Sobreviveu a três balas e a cinco cavalos caídos em cima dele antes de encontrar sua paz final.

Luce estralou suas juntas. Talvez Cam só gostasse porque sua pedra rosada polida se destacava entre quase todas as cinzentas? Ou por causa dos complexos verticílios pelo topo? Ela ergueu uma sobrancelha para ele.

— É — Cam deu de ombros. — Eu simplesmente gosto de como a lápide explica o jeito que ele morreu. É honesto, sabe? Geralmente, as pessoas não querem falar sobre isso.

Luce desviou o olhar. Ela sabia isso muito bem pelo epigrafo inescrutável na lápide do Trevor.

— Pense no quanto mais interessantes esse lugar seria se a causa da morte de todo mundo fosse revelada. — Ele apontou para um pequeno túmulo a alguns lotes do de Joseph Miley. — Como você acha que ela morreu?

— Hm, escarlatina? — Luce adivinhou, vagueando.

Ela contou as datas com seus dedos. A garota enterrada aqui era mais nova do que Luce quando morrera. Luce não queria realmente pensar muito em como poderia ter acontecido.

Cam inclinou sua cabeça, considerando.

— Talvez. Ou isso ou um incêndio misterioso no celeiro enquanto a jovem Betsy estava tirando uma “soneca” inocente com o vizinho.

Luce começou a fingir estar ofendida, mas ao invés, o rosto esperançoso a fez rir. Fazia tanto tempo desde que ela tinha simplesmente se divertido com um cara. Claro, essa cena era um pouco mais mórbida do que os típicos flertes no estacionamento de um cinema ao quais ela estava acostumada, mas também eram os estudantes na Sword & Cross. De um jeito ou de outro, Luce era um deles agora.

Ela seguiu Cam para o fundo de um cemitério no formato de tigela e para tumbas e mausoléus mais ornado. Na inclinação acima, as lápides pareciam estar olhando para baixo na direção deles, como se Luce e Cam fossem artistas em um anfiteatro. O sol do meio-dia brilhava laranja através de folhas de um carvalho vivo gigante no cemitério, e Luce colocou as mãos na frente dos olhos. Era o dia mais quente que eles tinham tido na semana toda.

— Agora, esse cara — Cam disse, apontando para uma tumba enorme emoldurada por colunas de ordem coríntia. — Um desertor total. Ele sufocou quando uma viga caiu em seu porão. O que te mostra, nunca se esconda de uma captura dos Confederados.

— É mesmo? Me lembre o que te faz o especialista sobre tudo isso?

Mesmo enquanto ela provocava-o, Luce se sentia estranhamente privilegiada por estar aqui com Cam. Ele ficava olhando para ela para se certificar de que ela estava sorrindo.

— É só um sexto sentido. — Ele relampejou seu sorriso enorme e inocente. — Se gosta disso, tem um sétimo sentido, e um oitavo sentido, e um nono sentido de onde esse vem.

— Impressionante — ela sorriu. — Eu me satisfarei com o sentido do paladar agora. Estou morrendo de fome.

— Ao seu serviço.

Cam puxou uma coberta de sua sacola e a esticou em um pedaço de sombra sob o carvalho vivo. Ele abriu a garrafa térmica e Luce conseguiu sentir o cheiro de café expresso forte. Ela geralmente não bebia café preto, mas observou enquanto ele enchia um copo com gelo, serviu o café expresso, e acrescentou exatamente a quantidade certa de leite em cima.

— Eu esqueci de trazer o açúcar — ele disse.

— Eu não bebo com açúcar.

Ela tomou um gole do café gelado ultra-seco, seu primeiro gole deliciosos da cafeína proibida da Sword & Cross em toda a semana.

— Que sorte — Cam disse, espalhando o resto do piquenique.

Os olhos de Luce alargaram-se enquanto ela observava-o arrumar a comida: uma baguete marrom-escura, uma rodela pequena de queijo fedorento, um pote de azeitonas laranja amarronzado, uma tigela de ovos apimentados e duas maçãs verdes brilhantes. Não parecia possível que Cam tivesse enfiado tudo isso em sua sacola – ou se que estivera planejando comer toda essa comida sozinho.

— Onde conseguiu isso? — Luce perguntou. Fingindo se focar em despedaçar um pedaço grande de pão, ela perguntou — e com quem você estava planejando um piquenique antes de eu aparecer?

— Antes de você aparecer? — Cam riu. — Eu mal consigo me lembrar da minha triste vida antes de você.

Luce lançou-lhe um ligeiro olhar depreciativo para que ele soubesse que ela achou a observação dele incrivelmente brega... e só um pouquinhozinho charmosa. Ela se reclinou em seus cotovelos no cobertor, suas pernas cruzadas nos tornozelos. Cam estava sentado de pernas cruzadas a encarando, e quando ele se esticou na direção dela para pegar a faca do queijo, seu braço roçou, então descansou, no joelho da calça jeans preta dela. Ele olhou para ela, como se para perguntar, Tudo bem?

Quando ela não recuou, ele ficou ali, pegando o pedaço grande de baguete da mão dela e usando a perna dela como um tampo de mesa enquanto ele espalhava um triângulo de queijo no pão. Ela gostava da sensação do peso dele nela, e nesse calor, isso era dizer muito.

— Eu vou começar com a pergunta mais fácil primeiro — ele disse, finalmente se sentando. — Eu ajudo na cozinha alguns dias por semana. Parte do meu acordo de readmissão na Sword & Cross. Eu devia estar “devolvendo” — ele revirou seus olhos. — Mas não me incomodo de estar lá. Acho que gosto do calor. Isso é, se você não contar as queimaduras de gordura.

Ele mostrou seus punhos virados para cima para expor dúzias de minúsculas cicatrizes em seus antebraços.

— Perigos do trabalho — ele disse casualmente. — Mas eu gerencio a dispensa.

Luce não conseguiu resistir a correr seus dedos por elas, os inchaços pálidos infinitesimais desbotando em sua pele ainda mais pálida. Antes que ela pudesse se sentir envergonhada por sua audácia e recuar, Cam agarrou sua mão e apertou.

Luce encarou os dedos dele entrelaçados ao redor dos dela. Ela não tinha percebido antes o quanto os tons das peles deles combinavam acuradamente. Em um cenário de sulistas bronzeados, a palidez de Luce sempre a deixara autoconsciente. Mas a pele de Cam era tão impressionante, tão notável, quase metálica – e agora ela percebeu que poderia parecer a mesma coisa para ele. Os ombros dela estremeceram e ela se sentiu um pouco tonta.

— Você está com frio? — ele perguntou silenciosamente.

Quando ela encontrou com os olhos dele, sabia que ele sabia que ela não estava com frio. Ele se aproximou no cobertor e abaixou sua voz para um sussurro.

— Agora acho que você vai querer que eu admita que pulei a janela da cozinha e empacotei tudo isso na esperança de convencê-la a matar aula comigo?

Agora seria quando ela teria pescado o gelo em sua bebida, se já não tivesse derretido no calor fedorento de setembro.

— E você fez esse esquema toda de um piquenique romântico — ela terminou. — No cenário de um cemitério?

— Ei — ele correu um dedo pelo lábio inferior dela. — Você é quem está trazendo o romance à tona.

Luce recuou. Ele estava certo – fora ela quem presumira... pela segunda vez no dia. Ela conseguia sentir suas bochechas queimando enquanto tentava não pensar em Justin.

— Estou brincando — ele falou, balançando sua cabeça para o olhar chocado no rosto dela. — Como se não fosse óbvio.

Ele olhou para um urubu-de-cabeça-vermelha circulando uma grande estátua branca no formato de um canhão.

— Eu sei que aqui não é nenhum Éden — ele continuou, jogando uma maçã para Luce — mas simplesmente finja que estamos numa música dos Smith. E para meu crédito, não é como se tivesse muito com que se trabalhar nessa escola.

E isso pegando leve.

— Do meu ponto de vista — Cam disse, reclinando-se no cobertor — a localização é insignificante.

Luce lançou-lhe um olhar duvidoso. Ela também desejou que ele não tivesse recuado, mas era tímida demais para se aproximar quando ele reclinava.

— Onde eu cresci — ele pausou — as coisas não eram tão diferentes do estilo de vista penitenciário da Sword & Cross. O resultado é que eu estou oficialmente imune ao meu arredor.

— De jeito nenhum — Luce balançou sua cabeça. — Se eu te desse uma passagem de avião para a Califórnia agora mesmo, você não ficaria totalmente animado de cair fora daqui?

— Hmm... indulgentemente indiferente.

Ele enfiou um ovo apimentado em sua boca.

— Eu não acredito em você.

Luce deu-lhe um empurrão.

— Então você deve ter tido uma infância feliz.

Luce mordeu a pele verde mastigável da maçã e lambeu o suco escorrendo de seus dedos. Ela percorreu um catálogo mental de todas as franzidas de seus pais, as visitas a médicos e mudanças escolares de sua infância, as sombras negras pairando como uma mortalha sobre tudo. Não, ela não diria que teve uma infância feliz. Mas se Cam não conseguia nem ao menos ver uma saída da Sword & Cross, algo mais esperançoso no horizonte, então talvez a dele tenha sido pior.

Houve um farfalhar aos pés deles e Luce se encolheu quando uma grossa cobra verde e amarela deslizou. Tentando não chegar muito perto, ela ficou de joelhos e espiou-a. Não só uma cobra, mas uma cobra no meio da troca de pele. Um invólucro translúcido estava saindo de sua cauda.

Tinha cobras por toda a Geórgia, mas ela nunca tinha visto uma se trocar.

— Não grite — Cam aconselhou, descansando uma mão no joelho de Luce. O toque dele fez Luce se sentir mais a salvo. — Ela seguirá se simplesmente a deixarmos em paz.

Não podia demorar mais. Luce queria muito gritar. Ela sempre odiara e temera cobras. Elas eram simplesmente tão escorregadias e escamosas e...

— Ui.

Ela estremeceu, mas não conseguiu tirar seus olhos da cobra até que tivesse desaparecido na grama alta. Cam sorriu forçadamente enquanto pegava a pele caída e a colocava na mão dela. Ainda parecia viva, como a pele fresca de um bulbo de alho que seu pai tinha colhido de seu jardim. Mas tinha acabado de sair de uma cobra. Nojento. Ela a jogou de volta no chão e limpou suas mãos na sua calça jeans.

— Vamos, você não achou que era bonitinho?

— A minha tremedeira revelou isso?

Luce já estava se sentindo um tanto envergonhado pelo quanto ela deve ter parecido uma criança.

— E quanto a fé no poder da transformação? — Cam perguntou, dedilhando a pele caída. — É por isso que estamos aqui, afinal.

Cam tinha tirado seus óculos de sol. Seus olhos esmeralda estavam tão confiantes. Ele estava naquela pose imóvel inumana novamente, esperando que ela respondesse.

— Estou começando a achar que você é um pouquinho estranho — ela disse finalmente, dando um pequenino sorriso.

— Ah, e só pense no quanto mais há para se conhecer sobre mim — ele respondeu, inclinando-se para mais perto. Mais perto do que ele estivera quando a cobra chegou. Mais perto do que ela estivera esperando que ele chegasse. Ele esticou sua mão e correu seus dedos lentamente pelo cabelo dela. Luce ficou tensa.

Cam era lindo e intrigante. O que ela não conseguia entender era como, quando ela devia estar uma pilha de nervos – como bem agora – ela ainda, de algum modo, se sentia confortável. Ela queria estar exatamente onde estava. Ela não conseguia tirar seus olhos dos lábios dele, que eram cheios e rosados e estavam se movendo mais para perto, fazendo-a se sentir ainda mais tonta.

O ombro dele roçou o dela e ela sentiu um estranho tremor no fundo de seu peito. Ela observou enquanto Cam separou seus lábios. Então ela fechou seus olhos.

— Aí estão vocês! — Uma voz sem fôlego tirou Luce diretamente do momento.

Luce soltou um suspiro exasperado e desviou sua atenção para Gabbe, que estava parada diante deles com um rabo-de-cavalo alto e lateral, e um sorriso distraído em seu rosto.

— Eu procurei por todo o lugar.

— Por que diabos você faria isso? — Cam olhou feio para ela, ganhando mais alguns pontos com Luce.

— O cemitério foi o último lugar em que pensei — Gabbe tagarelou, contando em seus dedos. — Eu chequei seus dormitórios, então debaixo das arquibancadas, então...

— O que você quer, Gabbe? — Cam a cortou, como um irmão, como se se conhecessem por muito tempo.

Gabbe pestanejou, então mordeu seu lábio.

— Foi a Senhorita Sophia — ela disse finalmente, estalando seus dedos. — É mesmo. Ela ficou frenética quando Luce não apareceu na aula. Ficou falando como você era uma estudante tão promissora e tudo.

Luce não conseguia decifrar essa garota. Ela era genuína e estava simplesmente seguindo ordens? Ela estava zombando da Luce por ter feita uma boa impressão com uma professora? Não era o bastante para ela ter Justin na palma da mão – ela tinha que dar em cima do Cam agora, também?

Gabbe deve ter pressentido que estava interrompendo algo, mas ela simplesmente ficou parada lá pestanejando seus grandes olhos de corça e torcendo uma mecha de cabelo loiro ao redor de seu dedo.

— Bem, vamos — ela falou finalmente, esticando as duas mãos para ajudar Luce e Cam a se levantarem. — Vamos te levar de volta para a aula.



***



— Lucinda, você pode ficar na estação três — a Senhorita Sophia disse, olhando para baixo para uma folha de papel quando Luce, Cam e Gabbe entraram na biblioteca.

Nada de Onde você esteve? Nada de desconto de pontos pelo atraso. Só a Senhorita Sophia, distraidamente colocando Luce perto de Penn na seção do laboratório de computação da biblioteca. Como se ela nem ao menos tivesse notado que Luce não estava lá.

Luce lançou um olhar acusatório para Gabbe, mas ela simplesmente deu de ombros para Luce e balbuciou:

— O quê?

— Onde você esteve? — Penn exigiu assim que ela sentou.

A única pessoa que pareceu ter notado que ela não estivera lá.

Os olhos de Luce acharam Justin, que estava praticamente enterrado em seu computador na estação sete. De seu assento, tudo que Luce conseguia ver dele era a auréola loira do cabelo dele, mas era o bastante para trazer um rubor à suas bochechas.

Ela afundou ainda mais em sua cadeira, envergonhada novamente pela conversa dos dois no ginásio. Mesmo depois de todas as risadas e sorrisos e aquele potencial quase beijo que ela tinha acabado de partilhar com Cam, ela não conseguia calar o que sentiu quando viu Justin. E eles nunca iam ficar juntos.

Essa era a essência do que ele tinha dito a ela no ginásio. Depois de ela basicamente ter se jogado em cima dele.
A rejeição a cortou tão profundamente, tão perto do seu coração, que ela teve certeza de que todos ao redor dela podiam olhar para ela e saber exatamente o que tinha acontecido.

Penn estava batendo seu lápis impacientemente na mesa de Luce. Mas Luce não sabia como explicar. Seu piquenique com Cam tinha sido interrompido por Gabbe antes que Luce tivesse ao menos sido capaz de realmente achar um sentido no que estava acontecendo. Ou prestes a acontecer. Mas o que era estranho, e o que ela não conseguia entender, era por que tudo isso parecia tão menos importante do que o que tinha acontecido no ginásio com Justin.

A Senhorita Sophia ficou de pé no meio do laboratório de computação, estalando seus dedos no ar como uma professora de jardim para conseguir a atenção de seus estudantes. Suas pilhas de braceletes prata batiam como sinos.

— Se algum de vocês já tiver traçado a sua própria árvore genealógica — ela falou alto sobre o barulho da multidão — então você saberá que tipos de tesouro estão escondidos nas raízes.

— Ah, meu, por favor mate essa metáfora — Penn sussurrou. — Ou me mate. Um ou outro.

— Vocês terão um acesso de vinte minutos a Internet para começar a pesquisar sobre a sua própria árvore genealógica — a Senhorita Sophia disse, batendo num cronômetro. — Uma geração dá aproximadamente vinte a vinte cinco anos, então tenham como objetivo voltar pelo menos seis gerações.

Gemido.

Um suspiro audível irrompeu na estação sete – Justin.

A Senhorita Sophia virou-se para ele.

— Justin? Você tem algum problema com essa tarefa?

Ele suspirou novamente e deu de ombros.

— Não, não mesmo. Tudo bem. Minha árvore genealógica. Deve ser interessante.

A Senhorita Sophia inclinou sua cabeça em escárnio.

— Eu tomarei essa informação como uma confirmação entusiasmada.

Dirigindo-se para a sala novamente, ela disse:

— Tenho certeza de que acharão uma linha que valerá a pena perseguir numa pesquisa de dez a quinze páginas.

Luce não poderia possivelmente se focar nisso agora. Não quando tinha tanto mais para se processar. Ela e Cam no cemitério. Talvez não tenha sido a definição padrão de romântico, mas Luce quase preferia desse jeito. Era como nada que ela já tinha feito antes. Matar aula para perambular por todos aqueles túmulos. Partilhar aquele piquenique, enquanto ele enchia um copo de café. Zombando do medo dela de cobras. Bem, ela podia ter passado sem todo aquele desenvolvimento da cobra, mas pelo menos Cam fora doce em relação a isso. Mais doce do que Justin fora a semana toda.

Ela odiava admitir isso, mas era verdade. Justin não estava interessado. Cam, por outro lado... Ela o estudou, a algumas estações a distância. Ele piscou para ela antes que começasse a trabalhar no seu teclado. Então, ele gostava dela. Callie não iria ser capaz de calar a boca sobre como ele estava tão obviamente a fim dela.

Ela queria ligar para Callie agora, sair correndo dessa biblioteca e deixar sua tarefa sobre a árvore genealógica para mais tarde. Falar sobre outro cara era o jeito mais rápido – talvez o único – de tirar Justin da sua cabeça. Mas havia aquela política telefônica horrível na Sword & Cross, e todos os outros estudantes ao redor dela, que pareciam tão diligentes.

Os minúsculos olhos da Senhorita Sophia procuravam na sala por procrastinadores. Luce suspirou, vencida, e abriu o mecanismo de pesquisa no seu computador. Ela estava presa aqui por mais vinte minutos – sem nenhuma celular cerebral dedicada a sua tarefa. A última coisa que ela queria era aprender sobre sua própria família tediosa. Ao invés, seus dedos apáticos começaram a digitar treze letras inteiramente por conta própria.
Justin Bieber. Buscar.

 Continua...



Oi suas lindas, tudo bem? Eu tô ótima. Bom gente, eu quero pedir desculpas por não ter postado esses dias. Me desculpem mesmo. Mais aí tá o outro capítulo. E eu tbm demorei porque estou escrevendo uma outra fic, então decidi adiantar todas. Bom, mas é isso. Comentem que nós agradecemos. Bjo, até o próximo. I LOVE U ♥'

1 de novembro de 2013

Adm - Ana Paula. She Don't Like The Lights - Capítulo 2.

Postado por PopCorns Do Bieber às sexta-feira, novembro 01, 2013 0 comentários
Cheguei em casa, tomei outro banho, vesti meu pijama, desci e fui caçar algo pra mim comer. Comi um pedaço de bolo de baunilha e subi. Escovei meus dentes e fui dormi.

(...)

Acordei com meu despertador tocando, fui pro banheiro, tomei uma ducha, me sequei e vesti minha roupa. 

M: Filha, seu pai irá te levar na escola, estou indo pro meu trabalho. -beijou meu rosto- Juízo garota!
B: É oque eu mais tenho, mamãe! hahaha -rimos- Vamos papai? Não quero chegar atrasada logo no 1° dia de aula.
P: Ah sim, vamos. Não irá comer nada?
B: Sem fome, compro alguma coisa lá.
P: Ok, vamos. 
Meu pai pegou o nosso carro e fomos. Olhei se meu fone de ouvidos estava na minha bolsa, nunca saia sem ele rs. 
(10 minutos depois)
P: É aqui filha, quando a aula acabar, mando o motorista te pegar, ok?
B: Ok, pai. Beijos. -dei um beijo no rosto do meu pai e desci. Todos estavam de fora da escola ainda, ninguém entrou, deve que o portão ainda estava fechado. Fui andando até um canto pra esperar, todos me olhavam, umas fofocavam, outros me secavam com os olhos. Que povo maluco rs.
XX: Oi Blair! 
B: Oi Ryan, tudo bem? -dei um beijo no rosto dele-.
R: Estou muito bem rs. Queria que você conhecesse algumas pessoas, topa?
B: Ah claro, quanto mais amigos, melhor! -rimos-. 
Fui atrás do Ryan, passamos por vários grupinhos de meninas e meninos, por falar em meninos, alguns eram muito lindinhos *--* as meninas me olhavam com aquele olhar de "vou te matar se você não sair de perto do meu Ryan", escutei algumas falando, tava nem ai... Chegamos em um grupinho, onde estava Caitlin Beadles, Chris Beadles, e outros dois que não conhecia.
R: Essa é a Caitlin, Caitlin essa é a Blair, Blair Waldorf. 
B: Prazer Caitlin, que linda que você é pessoalmente. -sorri envergonhada-. 
C: Prazer Blair. Muito obrigada! Você é muito linda também. -sorriu-. 
"Caitlin Diva" pensei para mim mesmo.
R: Chris Blair, Blair Chris.
B: Chriiiiis, ai meu Deus, o amigo mais lindinho do Justin. Prazer! -sorri-
CH: Ah, oi Blair. O Ryan disse que você era linda, mais não tão linda, pqp. Mais também né? Tinha que ser brasileira mesmo u-u.
B: Annnw' Chris bobo hahaha -rimos.
R: E esses são Elise Wells e Nate Archibald.
B: Prazer ! -sorri para os dois-
NeE: Prazer!
Ficamos conversando até bater o sinal. Eu era dá sala 32, que era a mesma da Elise e da Caitlin. Despedimos dos meninos e fomos pra nossa sala. O primeiro horário sério física, a matéria que mais odeio ;s, era o professor Willian, que era um deus grego. Louro, alto, com um corpo bronzeado, acho que passaria a gostar de física haha.
Passaram os 3 primeiros horários e tocou o sinal, para o intervalo, esperei as meninas guardarem suas coisas e fomos pro pátio.
C: Você é brasileira?
B: Sim, sou do Rio de Janeiro!
C: Ah, o Rio. Meu sonho é conhecer lá, já vi fotos das praias de lá e do Cristo, é maravilhoso! Acho o corpo das meninas brasileiras perfeitos, meu sonho e ter um corpo como o seu. -riu.
B: Lá é magnífico mesmo. Irei viajar pra lá nas férias, se tu quiser, poderia ir comigo. Iria ser bastante diverto. Ah que nada, seu corpo é lindo Caitlin. Sabe, posso te confessar uma coisa?
C: Ah sim, iria adorar ir pra lá rs. Claro! 
B: Eu sou fã do Justin, mais não aquelas fãs que morrem por ele, "Beliebers". Mais eu sei quase tudo sobre ele, a vida dele. E acho que você foi a melhor namorada que ele já teve, não importou se ele era pobre ou rico, fez ele feliz, e tipo, as vezes tenho inveja de você! haha no Brasil, você tem milhares de fãs. Sábia?
C: Onnw' sabe, eu amei o Justin muito, não estava nem ai com a conta bancaria dele, eu só queria fazer ele sorrir, mais tive que deixá-lo parti para seguir teu sonho. Continuamos a nós falar, quando ele vem pra cá, as vezes ele fica lá em casa com o Chris e tipo ele é um garoto incrível! Sério? Nossa, não sabia. Agora que minhas vontades de ir pro Brasil aumenta mesmo. -riu.
Fomos para a fila, compramos nossos lanches e sentamos com os meninos. Comemos e conversamos e depois fomos para a aula novamente.
Acabou a aula, despedi do pessoal e esperei o carro vir me pegar, demorou nem 5 minutos e ele já estava lá.

CONTINUA??

Obs: Desculpe-me a demora e por postar pequeno, é que eu estou em outro mundo, ainda mais com a chegada do Justin! ooonw' no próximo, juro que será maior. Comentem e falem oque acharam. Bjs.

 

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